
A Bruna trouxe na mala sapatilhas de balé que jamais usaria — e a certeza de que voltaria pro Brasil em oito meses. Errou nas duas. Quase 9 anos depois, de Brisbane a Adelaide, ela aprendeu que imigrar não se segura com visto: se segura com gente. A Bruna conta, sem romantizar nada: o primeiro emprego lavando louça num restaurante italiano com a cabeça em "o que eu tô fazendo aqui", as madrugadas a pé até o café que abria às 4h30 na pandemia, a culpa de perder o avô do outro lado do mundo e o burnout do mestrado bem na hora em que a mãe foi diagnosticada com câncer no Brasil. No meio disso, o que a manteve inteira: o grupo de amigos que virou família em Adelaide e o reencontro com a dança, a paixão de infância que ela achava ter deixado pra trás. Um episódio sobre recomeçar quase do zero — mas nunca sozinho. E sobre descobrir que, longe de casa, a família também é a que a gente escolhe. A vida lá fora — sem filtro. 📍 No episódio: Sair de São Paulo aos 22 com a mala cheia de sapatilha O mês de homestay em Brisbane que destravou o inglês O primeiro emprego como kitchen hand num restaurante italiano Virar barista no aeroporto aprendendo em quatro dias O Covid: perder o emprego, o avô e a rotina de uma vez Mudar pra Adelaide e escolher o mestrado pela pontuação de visto O burnout do mestrado e o câncer da mãe à distânciaT razer pai, mãe e irmã pra Austrália Os amigos que viraram a família dela do outro lado do mundo O reencontro com o balé e as aulas de dança em Adelaide 🎙️ Decidi Dar Certo é o podcast pra quem foi embora e ainda tá descobrindo o que isso significa. Toda semana, uma conversa honesta com um brasileiro que vive fora do Brasil. 📷 Instagram: @decididarcerto ▶️ YouTube: youtube.com/@decididarcerto