
Em 2005 cheguei ao Porto com a minha alma feita em frangalhos! Comprei um livro. A leitura era feita no café mais barulhento que possam imaginar…mas a concentração despertou e aprendi uma nova palavra: PENSAMENTO. Começou a caminhada da introspeção. Subi a uma árvore…observei-me…vi que rejeitava a minha essência com medo de ser criticada. Vivia abraçada ao condicionalismo exterior…de tal forma que duvidava das minhas próprias emoções! Fiquei doente!