
A dor crônica envolve-se num quadro multivariável e multilocalizado de gatilhos que contribuem para a magnitude do ato de doer: local da possível lesão, memórias prévias relacionadas a situações de sofrimento, maneiras como o indivíduo lida com elas entre outras. E quadros complexos merecem tratamentos simples, mas não simplistas, e boa comunicação com o paciente. Vamos entender um pouco sobre isso?