
Com os avanços na área de biotecnologia, o termo “biohacking” tem se tornado mais frequente tanto dentro da academia quanto em ambientes no quais as práticas D.I.Y e D.I.T vêm ganhando força. Mas o que significar hackear um organismo vivo? Até que ponto essas práticas agridem (ou não) a vida? Nessa palestra discutiremos a articulação entre natureza, hackeamento e alguns projetos emblemáticos do que é possível se fazer com a vida hoje, dentro e fora dos laboratórios.