
Certa vez Lord Byron questionou: "por que eu deveria acreditar em mistérios que ninguém entende, só por que foram escritos por homens que escolheram confundir loucura com inspiração e que se autodenominam evangelistas, se há loucos em todas as seitas e impostores na maioria?" Baseado nisso Dr. Craig, eu pergunto: estou ciente de que a sabedoria não consiste em nos fazer perfeitos, mas em saber que não somos, para desenvolvermos habilidades para usar nossas imperfeições, no intuito de compreender as limitações que nos impede de ser. Mas qual o sentido de muitos crentes com frequência, usarem o argumento de que não devemos discutir a palavra de Deus, por ser ela o símbolo da perfeição máxima e, portanto, não deve ser questionada, se deveriam ser perfeitos também os homens que a receberam e os que as retransmitem, e não, todos mentirosos, como está escrito no livro que eles mesmos escreveram? Como pode a bíblia dizer que não se deve confiar no homem e os protestantes confiarem nas “reformas” do monge Lutero que negou a si próprio, quando disse que não se deve confiar em um sacerdote e ainda por cima, ver católicos confiando nas visões de seus profetas e nas interpretações do seu clérigo? Outro detalhe: o senhor não acha engraçado, ouvir crentes dizendo que não podem crer que suas existências não tenham sentido, ou que sejam frutos de mero acidente, como alguns renomados cientistas contemporâneos afirmam, e ao mesmo tempo dispostos a acreditarem em relatos tribais de falsos profetas bíblicos da Idade do Bronze?