
Dr. Craig, ao me livrar do dízimo, de crenças, dogmas e superstições, não só ganhei um espaço considerável na minha cabeça, mas saber que tudo que eu ganho agora é meu, não tem preço! Diria um crente: tudo bem que muito pastores estão confundindo cobrar o dízimo do salário do fiel, com dizimar o seu salário. Mas eu particularmente disponibilizo 10% do que ganho, o que não me faz falta, por que não bebo não fumo, não vou a balada, não procuro prostituas e acho que se fizesse tudo isso, só 10% ainda seria pouco. Vocês crentes que doam 10% do salário para o pastor e 90% do cérebro para igreja, podem até achar que ateus inversamente proporcional, gastam 90% do seu dinheiro em bares e os outros 10% com garçons. Mas nunca se perguntaram: por que um Deus onipotente precisa de 10% do meu salário e não 100% da minha fé? Portanto, se for para dar 10%, que seja para um garçom, porque além de ser opcional, ele existe e é um ótimo profissional! Garçom, a conta, por favor!