
Como deísta, posso até intuir a existência de uma energia suprema, mas sem personificação, ou antropomorfização, pois busco as vibrações energéticas que atuam no Universo e nos estimulam a mergulhar em nós mesmo, para harmonizarmos com o meio ambiente em favor da preservação do nosso habitat chamado mãe natureza. Como humanista, vejo o progresso tecnológico humano avançando para o futuro a passos largos e a moral humana que dizem ser a essência de Deus, sempre retrocedendo. Como ateu, busco ser um estudioso da vida, um observador cético de tudo o que se passa à nossa volta, para entender e buscar explicações racionais para tudo e até mesmo para Deus, até que possamos trocar religiosismo por realismo, para aí sim atingirmos um estágio de sabedoria para acabarmos com esse negócio de que é muito mais fácil alienar e guiar um grupo de ignorantes, do que um grupo de intelectuais. Eis como nasce mais um cidadão consciente.