
Todos nós sabemos que a aparência de um Jesus bonito, hippie, de pele clara, olhos verdes, cabelos longos, apresentada pelos cristãos atualmente é uma criação renascentista inventada pela ICAR para “agradar” os nobres europeus que são os que trazem em seus rostos estas feições e também para distanciar Jesus Cristo dos negros que eram escravos e discriminados pela Igreja Católica, mas nada combinando com o tipo dos homens de seu tempo e lugar. Até porque se Jesus tivesse a aparência europeia que é mostrada pelos cristãos, o beijo de Judas não teria sido necessário. Bastaria ele dizer para os romanos: "é aquele loiro de madeixas cacheadas, pele clara e olhos verdes.” Agora, se a frenologia, que é a teoria que estuda o caráter e as funções intelectuais humanas, baseando-se na conformação do crânio, está descartada no caso de Jesus, haja vista que não foi encontrado os seus restos mortais, o senhor sinceramente acredita que pode através da fisiognomonia, reconhecer o caráter de Jesus pelos traços fisionômicos estampados no Santo Sudário, mesmo esse sendo reconhecidamente uma fraude pela própria Igreja? Tudo bem que a expressão facial deixada no Santo Sudário, só reflete a farsa de uma fábula perpetrada pela Igreja. Mas se Deus escreve certo por linhas tortas e foi o autor de tudo, por que ele não assinou sua obra, ou deixou sua impressão digital, haja vista que tenha inspirado analfabetos? Tudo bem que segundo Hans Konzelmann, "a Igreja vive da certeza de que os fatos revelados pelas pesquisas modernas sobre Jesus, não são de conhecimento público.” Mas se tudo o que é bom dura pouco, ou o tempo suficiente para ser inesquecível, por que a Igreja Católica insiste em perpetuar esse mito que causa tanto mal?