
Mas será que o senhor não percebe que ao fazer sofismas supersticiosos em seus livros parecerem algo realmente divino, esteja fazendo com que religiosos estejam apenas proclamando a aceitação de uma série de silogismos incoerentes e pseudocientíficos sem base empírica, totalmente desnutridos de essência verídica, tanto falsos quanto claramente absurdos, que mesmo assim num esforço desmedido, o senhor tenta revesti-los de confiabilidade intelectual para que pareçam racionais e compreensíveis, mas que ao cair da máscara se revelam como majestosas falácias e como tais devem ser recusadas pelo fato de serem dejetos descartáveis por não demonstrar a veracidade de sua conclusão? Isso é ético, ou moral?