
Tudo bem que “não seja de grande valia” para os homens místicos, os conhecimentos seculares advindos do raciocínio e a experiência de numerosas mentes ateias brilhantes, impressos em milhares de livros. Mas qual o sentido de ainda hoje, termos que respeitar opiniões de quem acredita e ampara seus conceitos nos contos fantásticos, repletos de criaturas mágicas que a bíblia, ou qualquer outro livro de mitologia descreve? Qual o sentido de ainda hoje vermos pessoas reverenciando mestres, padres, pastores, teólogos, ou qualquer nome que se dá a esses atravessadores da fé, que se dizem intermediários terrenos entre o homem e Deus, propalando retrógrados conhecimentos, embasados na experiência de povos incultos, sobre o conhecimento de apenas um livro?