
O senhor até pode achar que o fanatismo religioso, assim como ateísmo militante sejam extremos do mesmo vazio existencial. Mas não está claro que todo homem que se sente cheio de graça, de Espírito Santo, de unção divina, de benção e de si mesmo, é sempre um homem vazio, haja vista ser estranho esse sentimento que faz religioso lotar igrejas e não faculdades, se sentir cheio de tudo que é “sagrado”, se na realidade essa pessoa está mesmo é vazia de maturidade emocional e psicológica, por não saber viver sem a necessidade de uma fantasia divina para completar o seu vazio intelectual?