
Quando Jesus falou, aqui nesse texto, da excelência de João Batista, enfatizou a sua permanência no deserto. Por isso, disse: “Que saístes a ver no deserto? Sim, que saístes a ver? Mas para que saístes?”. Muitos teólogos e biblistas afirmam que João Batista vivenciou práticas essênias. Os essênios, um movimento judaico do 2º século, tinham a ideia de deserto como a possibilidade de recomeço. João Batista ia muitas vezes ao deserto, porque acreditava em recomeços. O deserto é lugar de aridez, dificuldade, desconforto. Você pode estar vivendo um momento de deserto na sua vida. Você pode estar passando por momentos de aridez, desconforto. Eu queria que você acreditasse, que são esses os melhores momentos para os recomeços. Eu quero orar com você: “Pai, tempos de deserto, aridez, sequidão, tentam roubar o nosso fôlego. Precisamos ser visitados por águas de descanso, pastos verdejantes. Tu és o supridor da nossa alma. Tu és um Deus que nos leva para esses lugares férteis, quando tudo nos parece deserto. Queremos novidade de vida. Queremos ouvir o que ouviu o profeta Isaías: ‘Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço coisa nova, que está saindo à luz; porventura não o percebeis? Eis que porei um caminho no deserto e rios no ermo’. Essa é a nossa oração, para nosso bem e tua glória. Amém!” - Flávio Leite Acesse www.flavioleite.com