
De acordo com a OMS, os profissionais de saúde apresentam maior risco de desenvolver doenças infecciosas comparados a população em geral, devido à maior chance de exposição à carga viral durante o período laboral. Em doenças como a COVID-19, além da transmissão por gotículas e contato, há exposição a procedimentos geradores de aerossóis durante a assistência a esses pacientes. Os profissionais da saúde podem agir como potenciais transmissores assintomáticos, infectando outros pacientes, profissionais e familiares. A COVID-19 é uma doença com alta infectividade (duas vezes maior que a da gripe), o que significa que uma pessoa doente pode infectar até três pessoas (R0 = 2,2; 95% IC, 1,4 – 3,9) mesmo com pequena quantidade de material infeccioso ( Assobrafir).