
Hoje sigo na linha de reflexão do vídeo sobre a moção de repúdio contra o livro da poeta Angélica Freitas. Aqui levanto mais perguntas do que respostas. Mas entender a relevância dessas perguntas já é um começo para não permitir mais que o poder hegemônico oprima e silencie as vozes não-hegemônicas e não-canônicas.