
O Ministério Público abriu um procedimento para investigar a fala do desembargador Luís Cesar de Paula Espíndola, do Tribunal de Justiça do Paraná. Em um julgamento, ele disse que “as mulheres estão loucas atrás de homens”. Uma das primeiras instituições a pedir punição ao desembargador foi o Coletivo Advogadas e Advogados pela Democracia. As advogadas Ivete Maria Caribé da Rocha e Tânia Mandarino, co-fundadoras do grupo, são as entrevistadas desta semana do Direito no Plural, que repercute a fala de Espíndola e explica as possíveis consequências desse ato.