
A chegada de 2021 trouxe consigo o fim do auxílio emergencial, instaurado com o intuito de mitigar os impactos econômicos causados pela pandemia de Covid-19. Ele foi o maior programa de transferência de renda da história do Brasil. Junto com ele, são terminados o orçamento de guerra e o estado de calamidade pública, que permitiram que o governo federal aumentasse consideravelmente seus gastos em meio à crise sanitária. Na virada do ano, o governo voltou às regras orçamentária, com pouco espaço para manobra nos gastos. Além disso, o fim da iniciativa terá outros impactos na economia e na vida dos brasileiros. Para falar sobre essas perspectivas, o Direto ao Ponto conversou com Daniel Coronel, professor do departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Maria, que aponta caminhos para amenizar contornar consquências graves.