
Portugal tem de apostar na formação para aproveitar as oportunidades criadas pela disrupção que está a acontecer com a introdução de novas tecnologias e com o que a inteligência artificial vai mudar. Carlos Oliveira, presidente-executivo da Fundação José Neves, considera que é necessário recuperar a paixão pela educação e que a resolução dos problemas passa pela sociedade e não pelo Estado, com uma abordagem diferente da formação. E critica a falta de debate e a inexistência de pactos de regime para transformar áreas fundamentais.