
Se você tivesse a oportunidade, você venderia sua privacidade ou desapareceria da rede? É isso mesmo, você já parou para refletir sobre o tema, não? Então eu lhe convido agora para fazer essa reflexão, vamos lá? Sabemos que nossos dados pessoais e todo o conteúdo postado por nós usuários em nossas redes sociais, possui um valor isso é fato. Nossos dados são o bem mais valioso, arrisco-me a dizer que desde sempre valem mais que gás e petróleo. Agora, será que o valor de nossos dados chega ao ponto de algum cidadão pensar na possibilidade receber algum dinheiro caso alguma empresa queira utilizá-los, ou seja, serem pagos por isso. Com base nesse interesse empresarial nos dados pessoais dos usuários, uma recente pesquisa realizada pela empresa Kaspersky Lab, com cerca de 11 mil usuários de países diferentes para entender como o consumidor se posiciona em relação à sua privacidade de dados, foi constatado que 36% das pessoas entrevistadas venderia a própria privacidade por R$ 1 milhão e 18% dos usuários entregariam a privacidade em troca de algo grátis. Outro ponto interessante dentro desta pesquisa é que 56% dos entrevistados acreditam ser impossível manter privadas as informações online — essa convicção é maior em pessoas com mais de 55 anos, e 46% dos participantes afirmam que alguém acessou seus dados sem autorização pelo uma vez na vida. Mas a questão venda de sua privacidade não para por aí. O aplicativo TIKI, do empresário Mike Audi, obteve a inscrição de 80.000 usuários sob a promessa de obter dinheiro por seus dados e se retirarem do mundo virtual ou, fazer com que outras empresas paguem aos usuários pelos seus dados. Quer saber mais? Então ouça esse Podcast.