
Teve um momento ali, Playstation 3 pro 4, eu acho, que a coisa descambou de vez. São esses Red Dead Redemption e The Last of Us e algumas coisas assim. E mesmo, sei lá, Assassin's Creed, God of War, que é mais videogame, mas começou a ficar muito realista, começou a ter uma coisa mais...vamos ser mais cinematográfico. Foi bem a época também que eu me afastei dos videogames, não por isso, mas também por isso. Por coisas da vida, por coisas, sei lá, da vida profissional, dos estudos, assim, não tinha condições de jogar. Mas também porque esses jogos não me apetecem nada, né? Já reclamei várias vezes aqui, vou continuar reclamando. Jogo muito realista me afasta, eu acho que é desnecessário. Entendo quem gosta, o pessoal fala uma coisa de passar uma emoção, The Last of Us é um jogo que passa muitas emoções, move muito, acho que o lance dele ser realista passa por isso. Mas aí fica uma perseguição maluca, né? Então o videogame tem que ficar tão bom quanto o cinema, realisticamente, narrativamente.E aí eu vejo dois problemas graves nisso, que acho que é um pouco onde o bonde dos jogos tipo A que tá batendo agora e tá descontrolado, talvez vá se redirecionar. Vou tentar elaborar esses dois pontos aqui, vamos ver se eu não me bagunço demais. Ponto número 1 é essa necessidade, parece quase uma necessidade de validação, e aí tem a ver com o que eu falei antes, né? Veja como segue este Diálogo infinito sobre games via WhatsApp. Com João Varella, Alexandre Sato, Thomas Kehl, Marcos Kiyoto e João R 2 analógicos