
Setenta mil testes rápidos de Covid-19 comprados pelo Governo do Estado entre maio e junho estão parados até hoje em um depósito de Niterói. Isso porque os testes não são da marca definida em contrato. A Vigilância em Saúde avalia agora se o material é viável. Os exames vencem em março do ano que vem. Para entender essa situação, Luanna Bernardes e Maurício Bastos conversam com o assessor técnico da subsecretaria de Vigilância em Saúde do Estado, Alexandre Chieppe.