
Você já parou pra pensar o quão importante é ter alguém pesquisando e escrevendo sobre a música que é feita? Entrevistando os artistas, destrinchando ritmos, gêneros e estilos, tentando entender o contexto em que essa música é feita, por quem ela é feita, como ela é distribuída, quem lucra, quem perde, o que define sucesso, o que fica apagado na história? Às vezes parece que esse profissional só é lembrado quando uma pauta estoura na grande mídia, mas é uma atividade que é contínua e muito pouco divulgada, realizada em diversas áreas como o jornalismo, a história, a filosofia, a sociologia... E hoje eu convidei duas sociólogas pesquisadoras da música para falarem aqui no 2000 e Depois como é o trabalho dentro e fora da universidade, o que isso gera, quais as dificuldades que um pesquisador enfrenta no Brasil atual e, principalmente, como é entender a música como um fenômeno social. O Dois Mil e Depois é uma produção da Ampère e da Secretaria de Cultura de São Paulo. Idealização: Mancha Leonel Direção: M.M. Izidoro Roteiro: Pérola Mathias e M.M. Izidoro Captação, trilha e edição: Diogo Valentino Produção: Guilherme Pinheiro e Mahyara Izidoro