
Quem realmente perdeu a eleição? O político que você defendeu ontem pode fazer as pazes com o adversário amanhã. E você pode ser que continue sem falar com seu irmão por anos. Parece absurdo, mas acontece. Uma discussão no almoço. Uma mensagem atravessada. Uma opinião que você não consegue aceitar. De repente, aquela pessoa que dividiu a infância, as dificuldades e tantas alegrias com você passa a ser vista apenas pelo que pensa sobre política. E toda uma história fica escondida atrás de uma única briga. Quando sentimos raiva, nossa atenção pode ficar presa àquilo que nos feriu. Relembramos a discussão, imaginamos novas respostas e alimentamos o conflito mesmo quando a conversa já terminou. Essa ruminação mental, eu chamo de Corpo de Dor. Ele se alimenta das suas dores e da dor que você inflige no outro. Silenciar o Corpo de Dor não significa aceitar ofensas, abrir mão dos seus valores ou manter relações que te fazem mal. Você pode aprender a defender suas convicções sem entregar sua paz a cada discordância. Para isso, você precisa reconhecer suas emoções antes que elas decidam tudo por você. No curso “Liberdade Emocional - Silenciando o Corpo de Dor”, ensino princípios de autodomínio para lidar com esses padrões e construir relações mais saudáveis. E me conta: é possível amar alguém de quem você discorda profundamente? Compartilhe com quem precisa refletir sobre isso. Para mais informações sobre o curso “Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor”, clique no link 👇 www.anapaulalima.com.br/liberdadeemocional02 Com amor e sem medo, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011