
Se em tempos comuns, a produtividade sempre foi pauta, agora na pandemia, questões como produzir acima de qualquer coisa, tem sido ainda mais questionadas. A ideia vendida é que quanto mais você produz, mais benefícios irá colher, mas qual a qualidade de produções realizadas quando existem questões de saúde (físicas e psicológicas) em jogo? E ainda mais importante, estamos conseguindo identificar a origem de nossas queixas?