
O mercado farmacêutico vem enfrentando dificuldades com a falta de alguns medicamentos importantes, como antibióticos líquidos, xaropes, analgésicos, entre outras classes. Essa falta está associada à pandemia, que ainda não acabou, e à guerra na Ucrânia. As matérias-primas usadas na produção desses medicamentos não estão chegando ao Brasil na quantidade necessária. E com isso vários laboratórios estão deixando de produzir. Aqui, no Brasil, a CMED, que controla os preços dos medicamentos, resolveu autorizar a suspensão do preço máximo para aquisição de alguns medicamentos. Para explicar essa decisão e como ela impacta na sua farmácia, entrevistamos o advogado e presidente da ABCFARMA, Rafael Espinhel. Você vai ver que: ✅ 6 medicamentos estão com preços de fábrica liberados pela CMED; ✅ Novo preço deverá ser publicado na lista da CMED antes de ser praticado pelo fabricante; ✅ Preço fábrica é preço limite de venda para farmácias e drogarias; ✅ PMC não é afetado diretamente pelo aumento do preço de fábrica. Lista dos 6 medicamentos que estão com preço máximo para aquisição liberados: I - SULFATO DE AMICACINA (250 MG/ML SOL INJ); II - AMINOFILINA (24 MG/ML SOL INJ); III - CLORIDRATO DE DOPAMINA (5MG/ML SOL INJ); IV - DIPIRONA (500 MG/ML SOL INJ); V - IMUNOGLOBULINA HUMANA (5,0 G); e VI - SULFATO DE MAGNÉSIO (10% E 50% SOL INJ).