
- Postura cada vez mais exigente do consumidor frente a sustentabilidade; - Para que os consumidores acreditem, as marcas precisam estabelecer conexão emocional com seus clientes, não se trata apenas de persuadir a comprar... - Devem transparecer seus compromissos com a sustentabilidade; - Pesquisa realizada em 2020, em 9 países, incluindo o Brasil, demonstrou que menos da metade dos consumidores confiam nas declarações de sustentabilidade das empresas; - No Brasil, 65% dos entrevistados, disseram estar dispostos a mudar seu comportamento de compra para reduzir impactos ambientais - A partir da pandemia esse número foi 22% maior que em pesquisas anteriores; - De maneira geral os consumidores: - Se acreditam investem - Se acreditam, se dá - Se acredita, paga mais - Uma empresa líder mundial em medicamentos e cosméticos naturais, cresceu 20% na pandemia. Acreditam que as pessoas ficaram mais preocupadas com a saúde e isso inclui a saúde do planeta; - Com pandemia e Biden, responsabilidade socioambiental vira pré-requisito para sobrevivência, O futuro, ao que tudo indica, pertence àqueles empreendedores capazes de demonstrar compromisso real com os valores embutidos na sustentabilidade; - O mercado de crédito também começa a se adaptar a essas novas tendências. Ganha força a ideia de que os bancos devem condicionar empréstimos à observância de metas sociais, ambientais e de governança, transparência e diversidade. -Na recente Cúpula de Líderes sobre o Clima, o presidente Chinês propôs a construção de “uma comunidade de vida entre o homem e a natureza”, contribuindo com uma solução chinesa para fortalecer a governança global nas agendas do clima e da proteção ambiental. Posição até então bastante diferente de uma das maiores economias mundiais. à Enquanto o mundo busca alternativas para um processo de transição para o que tem se chamado de desenvolvimento verde, Rondônia ainda esta muito aquém dessa realidade. Para mim, caminhamos no sentido contrário. O tema aqui, salvo por organizações da sociedade civil, alguns poucos atores governamentais e empresariais e parte da impressa, aborda o tema e tenta inserir em pauta. Porém grande parte da agenda pública e empresarial, ainda não enxerga essa realidade, aproveita a “pouca visibilidade” e fragilidades das organizações de nosso estado no cenário macroeconômico nacional e internacional para tomar decisões contraditórias. Como de legalizar a invasão em áreas públicas de florestas e discursar favorável a recuperação de nascentes em áreas desmatadas com medo da escassez de água... Discursos tão incoerentes que custo a acreditar...