
Não sou eu, a oposição ou o “mercado” que está dizendo. Agora são os próprios órgãos do governo: a conta não fecha. Quando os alertas sobre a insustentabilidade fiscal vêm de relatórios do IPEA, ligado ao governo e da IFI – órgão independente do Senado – o sinal de perigo deixa de ser amarelo e se torna vermelho vivo. O problema é simples e brutal: as despesas crescem muito acima das receitas, mesmo com o aumento de impostos. O diagnóstico oficial é claro: Estrangulamento da máquina: menos dinheiro para o básico, como manutenção e investimentos. Prejuízo ao crescimento: sem investimento público, o potencial de gerar empregos e renda diminui. Malabarismo contábil: o “novo arcabouço fiscal” é uma formalidade que não impede a deterioração real das contas públicas. A conclusão desses estudos é que, se nada mudar, uma crise é inevitável: queda forte da atividade econômica, mais inflação e juros ainda mais altos. A questão não é “se” a crise virá, mas “quando”. Com sorte, ela não se materializa antes de 2030. Mas quem, em sã consciência, aposta a prosperidade de um país na sorte? Quando até os fiscais da festa avisam que o orçamento estourou, já passou da hora de parar a música e cortar os gastos gigantescos e ineficientes. Você acredita que o governo terá a coragem de fazer os cortes necessários? Comente abaixo. #gastospublicos #economia #governo #brasil #ricardoamorim #2m #proprios #video #vp – Quer receber análises e oportunidades antes de todo mundo? Clique e entre na minha newsletter gratuita. https://bit.ly/ricam-listaemails MINHAS REDES SOCIAIS: – Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta – Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial – Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter – Youtube: http://bit.ly/youtubericam – Facebook: http://bit.ly/ricamnoface – Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: Clique aqui e fale com a minha equipe. CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br