
A tese do professor Robin Hanson sugere um ponto provocativo sobre o feminismo: famílias feministas tendem a ter apenas 1 filho ou às vezes nenhum, enquanto famílias intolerantes têm entre 5 e 7. Repita isso por algumas gerações e a pergunta deixa de ser ideológica e passa a ser matemática: quem domina demograficamente? Demografia é destino. Ideias competem, mas quem tem mais filhos acaba pautando o futuro. Um caso real ajuda a entender isso. Em Israel, os ultraortodoxos eram cerca de 4% da população em 1980. Hoje já passam de 14% e, mantida a tendência, podem chegar a 32% até 2065. Isso revela um dilema importante. Liberdade e emancipação tendem a reduzir a natalidade, enquanto o conservadorismo tende a aumentá-la. Em larga escala, a tolerância pode perder espaço simplesmente por uma questão aritmética. Se a sociedade valoriza igualdade, precisa torná-la compatível com família e filhos. Isso passa por políticas públicas como creches, licenças e mais flexibilidade, por uma cultura empresarial mais favorável à família e por incentivos econômicos e tecnologia que reduzam esses trade-offs. Sou totalmente a favor da tolerância. Mas, para que ela sobreviva, igualdade e futuro demográfico precisam caminhar juntos. #demografia #feminismo #sociedade #economia #ricardoamorim #videos #proprios #1m #vp – Quer receber análises e oportunidades antes de todo mundo? Clique e entre na minha newsletter gratuita. https://bit.ly/ricam-listaemails MINHAS REDES SOCIAIS: – Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta – Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial – Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter – Youtube: http://bit.ly/youtubericam – Facebook: http://bit.ly/ricamnoface – Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: Clique aqui e fale com a minha equipe. CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br