
Se o desemprego está na mínima histórica e os salários sobem, por que todo mundo parece estar com a corda no pescoço? Bem-vindo ao principal paradoxo da economia brasileira atual. A renda disponível das famílias, aquilo que sobra depois dos impostos, dívidas e juros, despencou para o menor nível desde 2011. Hoje resta apenas 21% da renda para o consumo além do essencial. Em 2011, eram 27%. Onde está o problema? Em dois lugares: impostos e dívidas. O peso dos gastos públicos se traduz em mais impostos, e o custo do endividamento (financiamentos e cartão de crédito, por exemplo) consome uma fatia cada vez maior do orçamento. Na prática: entra mais dinheiro no seu bolso, mas sai ainda mais. Você corre mais rápido para ficar no mesmo lugar. A queda da Selic pode trazer um alívio temporário, mas não resolve o problema estrutural. Enquanto o governo gastar demais, a conta sempre será empurrada para as famílias na forma de impostos e juros altos. Entender esse paradoxo é crucial. Os indicadores macro podem estar sorrindo, mas a realidade financeira da maioria das pessoas está chorando. Quem paga a conta no final somos sempre nós. #renda #empregos #economia #desemprego #ricardoamorim #video #proprios #vp #2m – Quer receber análises e oportunidades antes de todo mundo? Clique e entre na minha newsletter gratuita. https://bit.ly/ricam-listaemails MINHAS REDES SOCIAIS: – Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta – Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial – Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter – Youtube: http://bit.ly/youtubericam – Facebook: http://bit.ly/ricamnoface – Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: Clique aqui e fale com a minha equipe. CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br