
Você provavelmente tem moedas de 1 centavo perdidas em alguma gaveta, bolso ou pote. Sozinhas, elas não valem nada. Mas juntas, essas moedinhas somam uma fortuna: segundo o Banco Central, quase R$ 32 milhões de reais em moedas de 1 centavo ainda estão “em circulação”. São mais de R$ 3 bilhões de moedinhas que deixaram de ser produzidas há mais de 20 anos, porque custava mais para fabricá-las do que seu próprio valor. Esse cemitério de moedas é a prova silenciosa de que a inflação, mesmo em ritmo lento, continua corroendo nosso poder de compra. É o fantasma da desvalorização que assombra nossa economia. Ao mesmo tempo, vivemos uma revolução oposta: o Brasil se tornou um dos países mais avançados em pagamentos digitais. PIX, cartões e celulares substituíram o metal e o papel até para comprar um cafezinho na praia. Menos custo, mais eficiência. Mas aqui vem a ironia: essa digitalização pode, em breve, ressuscitar o dinheiro físico. Com a chegada do “Split Payment” em 2027 (que eu detalho em outro vídeo), alguns comerciantes podem ser tentados a incentivar pagamentos em cash para fugir do controle fiscal instantâneo do sistema. A humilde e esquecida moeda de 1 centavo nos conta duas histórias: a da inflação que não morre e a da revolução digital que pode, paradoxalmente, dar uma sobrevida ao dinheiro que ela mesma veio para substituir. #brasil #moedas #ricardoamorim #video #proprios #vp – Quer receber análises e oportunidades antes de todo mundo? Clique e entre na minha newsletter gratuita. https://bit.ly/ricam-listaemails MINHAS REDES SOCIAIS: – Instagram: http://bit.ly/ricamnoinsta – Telegram: https://t.me/ricardoamorimoficial – Twitter: http://bit.ly/ricamnotwitter – Youtube: http://bit.ly/youtubericam – Facebook: http://bit.ly/ricamnoface – Linkedin: http://bit.ly/ricamnolinkedin E-MAIL Mande suas sugestões para marketing@ricamconsultoria.com.br COTAR PALESTRA: Clique aqui e fale com a minha equipe. CRÉDITOS: ricamconsultoria.com.br