
Série: Evangelho de Jesus para além do cristianismo #7 Tradicionalmente, quando se lê ou se ouve falar sobre tomar a cruz e seguir jesus, de imediato vem um sentimento de dor e tristeza, sendo estimulado com frequência o sofrimento resignado, a dor expiatória e a tristeza curtida. Esta não é a razão que vemos para esse chamado. Esse “pacote” humano que recebemos, chamados por muitos de carma, somado com as adversidades a serem enfrentadas no cotidiano, não é lá plenamente agradável, mas precisa, pode e deve ser mudado. Não deve ser visto com um fardo, ou algo que temos de sofrer para nos expiar ou termos, obrigatoriamente, de melhorar pela dor. Devemos, sim, aproveitar a “cruz” para o nosso crescimento, para o nosso aprendizado, para a nossa evolução, jamais a considerando como um instrumento de sofrimento.