
O CÁLICE QUE O PAI DÁ Pr. Edison Grando “Jesus, porém, ordenou a Pedro: Guarde a espada! Acaso não haverei de beber o cálice que o Pai me deu?”(João 18.11) Jesus fala de sua prisão, tortura e morte como sendo um cálice que o Pai lhe deu a beber. E afirma sua decisão e convicção de beber este cálice sem murmurar nem questionar. A vontade de Deus é boa, agradável e perfeita (conforme Romanos 12.2), mas só poderemos entendê-la assim e experimentá-la desta forma se nossa mentalidade tiver sido transformada pela Palavra de Deus. Nossa mente natural se recusa a aceitar que o Pai possa nos dar um cálice como a cruz. Mas este era único caminho para que sua boa, apreciável e perfeita vontade fosse feita. Jesus se recusa a defender-se ou atacar seus inimigos, pois sabia que o que tinha que passar, mesmo sendo tão aviltante, era o cálice que o Pai lhe havia dado a beber. Precisamos abrir nosso coração para entender que o melhor não é o que nos trará mais prazer, conforto ou vantagem imediatos, mas o que o Pai nos dá. E precisamos abrir ainda mais o coração para entender e cooperar com o Pai quando aquilo que ele nos dá nos traz perdas, dores e sofrimentos. Podemos sempre confiar que o final será o melhor no caminho estreito. Mas será que estamos prontos para isto? Que o Senhor nos ajude a amá-lo assim.