
Leitura do dia 21 de novembro do clássico de meditações “Tudo para Ele” de Oswald Chambers Está Consumado "... consumando a obra que me confiaste para fazer" – João 17.4 A morte de Jesus Cristo é a concretização da mente de Deus, no tempo e no espaço. Não há lugar para o conceito de que Jesus Cristo teria sido um mártir; sua morte não foi um acidente que poderia ter sido evitado; foi a própria razão da sua vinda. Quando pregar sobre o perdão nunca use o argumento de que Deus é nosso Pai e nos perdoará porque nos ama. Isso não corresponde à revelação que Jesus Cristo nos faz de Deus; torna a cruz desnecessária e a redenção fica mais parecendo "muito barulho por nada". Se Deus perdoa o pecado, é por causa da morte de Cristo. E ele não poderia perdoar os homens de nenhuma outra maneira, senão pela morte de seu Filho; e Jesus é exaltado para ser o Salvador por causa da sua morte. "Vemos Jesus por causa do sofrimento da morte, coroado de glória e de honra" (Hebreus 2:9). O mais alto brado de triunfo que já soou aos ouvidos do universo foi o que ecoou na cruz de Cristo: "Está consumado!" (João 19:30). Essa é a palavra final na redenção do homem. Qualquer coisa que diminua ou suprima a santidade de Deus mediante uma concepção falsa do amor dele não corresponde à revelação de Deus dada por Jesus Cristo. Nunca admita a ideia de que Jesus Cristo se coloca ao nosso lado, contra Deus, por compaixão; ou a de que ele se fez maldição em nosso lugar por ter pena de nós. Foi por decreto divino que Jesus Cristo se fez maldição por nós. Nossa parte na compreensão do profundo significado da maldição é a convicção do pecado; a dádiva de vergonha e contrição nos é dada – nisso consiste a grande misericórdia de Deus. Jesus Cristo odeia o pecado no homem, e o Calvário dá a medida desse ódio.