
O Brasil foi o único país não europeu a se manifestar favoravelmente à Pinar Selek, uma socióloga e ativista feminista, defensora das “minorias” na Turquia. Condenada à prisão perpétua pelo tribunal turco, Pinar luta para provar sua inocência e tem nova chance em julgamento marcado para esta sexta-feira (31/03) em Istambul. Lise Lobo conversou com a professora da Ufba, Gilsamara Moura, que desenvolve projetos junto a Pinar.