
Essa certamente é uma das perguntas de milhões e, todas as vezes que faço, percebo uma pequena alteração na resposta. Diferente do que possa parecer, isso não me assusta — muito pelo contrário, é fonte de alegria. Porque significa que aprendi algo a mais sobre a Bruna. Eu já entendi que não sou uma versão fixa, pronta e imutável. Eu sou processo. Sou construção. Sou descoberta diária. Esse episódio traz consigo o peso da reflexão: quem sou eu? o que é verdadeiramente meu… e o que faço apenas com o intuito de ser aceita? Quais gostos me pertencem… e quais eu apenas repito no automático? Porque, se a gente não se observa, a gente se perde. Se molda. Se adapta. Se encaixa… até o ponto em que já não sabe mais onde termina o mundo e onde começa quem a gente realmente é.