
MAN-MAN transporta o público para o cenário íntimo e ordinário de MAN-MAN, o personagem que habita o palco e o seu corpo da mesma forma: vestindo, despindo e revestindo. É no despir que o personagem fictício encontra uma espécie de libertação, sujeitando-se a camadas de identidade que, depois de reveladas, podem ser constantemente desfeitas. Entre cada strip, o corpo reinventa-se. Às vezes quer muito espremer a oportunidade de viver no seu corpo. Outras vezes quer fugir dele. Um ciclo que sobrevive com a promessa de retorno ao paraíso, o momento de limpeza de identidades, luxúrias e falsos egos. Mais em instavel.pt/man-man Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas