
• Primeira queda no consumo total desde agosto, puxada pelas classes comercial e outras classes, em especial nas regiões Sudeste e Nordeste. • Maior consumo nas indústrias em novembro desde 2014, com avanço disseminado em todas as regiões do país e destaque para os segmentos metalúrgico e fabricação de produtos minerais não metálicos. • Com temperaturas mais amenas, principalmente no Sudeste, consumo residencial no país teve crescimento moderado. • Maior queda do consumo da classe comercial desde agosto de 2020. A classe está sob forte impacto da pandemia da COVID-19 e das temperaturas mais brandas devido ao fenônimo climático La Niña.