
Pesquisa feita com crianças e adolescentes de 10 a 19 anos mostra que essa turma está consumindo mais alimentos ultraprocessados, que são formulações feitas pela indústria, com acréscimo de gorduras, sal e aditivos químicos. Exemplos de ultraprocessados são bolachas recheadas, salgadinhos e refrigerantes. No podcast "Entrevista É Nacional", a nutricionista e pesquisadora da Universidade de São Paulo Daniela Neri conta que o maior consumo desses produtos está relacionado ao risco de desenvolvimento da obesidade, com aumento da gordura abdominal, que é associada a problemas de saúde crônicos, como hipertensão e diabetes. A nutricionista ensina que, evitar a exposição das crianças às propagandas, e envolvê-las no preparo da comida caseira são caminhos que podem ajudar a reduzir o consumo dos ultraprocessados.