
A ampliação do Brics com a inclusão de Argentina, Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia e Emirados Árabes Unidos gerou críticas e elogios. Por um lado, o bloco formado originalmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul ganha força, concentrando mais de 45% do petróleo mundial. Por outro, o grupo recebe países menores, em crise financeira, governados por ditaduras e com histórico de violação de direitos humanos. Em entrevista à Rádio Eldorado, o professor visitante da Universidade de Relações Exteriores da China, Marcus Vinicius de Freitas, disse que a aceitação pelo Brasil da proposta de ampliação feita pela China em troca de apoio à pretensão brasileira de integrar o Conselho de Segurança da ONU ainda não dá ao País a certeza de sucesso na indicação. Apesar da indefinição, Freitas afirmou que a inclusão de mais países “era necessária para a solidificação do Brics”. See omnystudio.com/listener for privacy information.