
A concessão da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) à iniciativa privada completou um ano em julho e a empresa apresentou um balanço informando que 1,3 milhão de paulistas passaram a ter água potável e 1,4 milhão tiveram acesso a esgoto tratado no período. A Sabesp também reiterou o objetivo de investir cerca de R$ 70 bilhões para atingir a universalização do saneamento em 2029, quatro anos antes da meta nacional do Marco Legal do Saneamento Básico, que prevê que 99% da população tenha acesso à água tratada e 90% à coleta e tratamento de esgoto. Em entrevista à Rádio Eldorado, Amauri Pollachi, especialista em Planejamento e Gestão do Território e coordenador do Observatório Nacional dos Direitos à Água e ao Saneamento (Ondas), questionou os dados apresentados pela Sabesp e apontou uma “precarização dos serviços com as demissões de 3 mil funcionários”. Ele também avaliou que há dificuldades para que seja atingida a meta nacional de universalização do saneamento, em razão das diferenças regionais do País. See omnystudio.com/listener for privacy information.