
A decisão do Superior Tribunal de Justiça, que desobriga os planos de saúde a cobrir procedimentos fora da lista da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), como exames, terapias, cirurgias e medicamentos, pressionará o SUS e aumentará ainda mais a judicialização contra as operadoras. Segundo o diagnóstico da advogada especializada em direito à Saúde, Renata Vilhena, o beneficiário comum não deve ter esperança de desconto na mensalidade. Mas para os pacientes que precisam de tratamentos específicos contra o câncer ou de terapias para deficientes, por exemplo, as saídas continuarão sendo a judicialização ou o SUS, o que deve pressionar ainda mais o Sistema Único de Saúde. “Decisão do STJ não é pena de morte, mas muda a vida das pessoas dentro do poder judiciário, que precisarão buscar as exceções previstas na decisão”, explica. See omnystudio.com/listener for privacy information.