
Em entrevista à Rádio Eldorado, a assessora Jurídica do instituto Igarapé, Maria Eduarda Assis, defende que calibres mais potentes devem ser permitidos apenas para forças armadas e forças de segurança, como determina o decreto assinado pelo presidente Lula na semana passada. O texto torna o controle de armas no País mais rígido. Entre as mudanças, estão ainda a redução do limite de armas a que podem ter acesso caçadores, atiradores esportivos e colecionadores (CACs) e a limitação de horário de funcionamento para clubes de tiro. Segundo Assis, desde as mudanças promovidas pela gestão Bolsonaro, o número de posse de armas explodiu e o perfil armamento no mercado ilegal também ficou mais potente. "Decreto que restringe armas retoma racionalidade do Estatuto do Desarmamento", avalia a especialista. Além disso, apenas apenas 3% dos CACs foram fiscalizados em 2022, o que justifica a a transferência de atividades de fiscalização que hoje são realizadas pelo Exército para a Polícia Federal. See omnystudio.com/listener for privacy information.