
Clima quente e úmido, além da falta de saneamento básico, sempre foi a combinação perfeita para favorecer a replicação do mosquito Aedes aegypti. Com a elevação das temperaturas pela incidência do El Nino e após dois anos de recorde de mortes consecutivas pela dengue, o governo federal prevê até 5 milhões de casos em 2024 e planeja diferentes estratégias de combate à dengue. A estratégia de vacinação contra a doença no país, prevista para começar em fevereiro via SUS, será norteada por uma reunião técnica nesta segunda, 15, entre o Ministério da Saúde, a farmacêutica Takeda e entidades da sociedade civil. Diante do desafio da limitada capacidade de produção do laboratório, questões como idade alvo e região entram na conta. Segundo Claudia Codeço, coordenadora do InfoDengue/Fiocruz, o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde indica que os municípios do Sudeste, Sul e Centro-Oeste são os mais afetados. “São Paulo está estável na média, mas algumas partes do estado, como faixa litorânea, Botucatu e Piracicaba, no interior, tem casos em alta”. See omnystudio.com/listener for privacy information.