
A Copa do Mundo Feminina de 2023 termina neste domingo, com a decisão entre Inglaterra e Espanha, em Sidney, na Austrália. Apesar do insucesso da Seleção Brasileira, que não passou da fase de grupos da competição, o esporte vem ganhando cada vez mais espaço, respeito e investimento, mesmo que ainda muito aquém da categoria masculina. A delegação desse ano foi a maior da história do time desde a sua criação, com 23 atletas e 37 profissionais entre presidência e membros da comissão técnica e apoio. Além disso, houve a maior presença feminina registrada pelo Brasil - com 18 mulheres nas áreas técnica, administrativa, médica, comunicação e segurança. Na última Copa, em 2019, havia apenas quatro. Em entrevista à Rádio Eldorado, a historiadora do esporte Aira Bonfim, autora do livro “Futebol Feminino no Brasil: entre festas, circos e subúrbios, uma história social (1915-1941)”, disse que a Copa deste ano mostrou o crescimento e a importância do futebol feminino, mas ainda revelou desigualdades. A modalidade chegou a ser proibida no Brasil por cerca de 40 anos. See omnystudio.com/listener for privacy information.