
O diretor da Associação Nacional de Jogos e Loterias, Wesley Cardia, avalia positivamente a proposta de medida provisória para regulamentar o mercado de apostas esportivas, resposta do Ministério da Fazenda ao escândalo de manipulação de resultados no futebol. No entanto, vê com ressalva os pontos que tratam da tributação. Para Cardia, quanto maior o imposto, maior a dificuldade das casas legalizadas funcionarem, o que abre espaço para o jogo ilegal. O setor defende que a tributação não ultrapasse 24%. Segundo o texto, as empresas serão taxadas em 16% sobre o lucro da operação, e, sobre o prêmio recebido pelo apostador, serão tributados 30% de Imposto de Renda, com isenção de R$ 2.112. See omnystudio.com/listener for privacy information.