
Ocupação de espaços de poder, representatividade e resistência. A luta do movimento negro contra o racismo estrutural ainda está longe de terminar, mas é preciso “reconhecer as conquistas que foram feitas”, avalia a antropóloga e psicanalista Jaqueline Conceição, diretora executiva do Coletivo Di Jeje. “Em 2022 vimos uma dança do avanço institucional”, avalia. A previsão de mais brasileiros se declararem negros no novo Censo do IBGE é um exemplo de avanço de representatividade, explica o reitor Universidade Zumbi dos Palmares, José Vicente. Entre os desafios para 2023 estão manter e ampliar direitos na revisão da Lei de Cotas pelo Congresso. See omnystudio.com/listener for privacy information.