
Na avaliação do analista político e professor de relações internacionais da FGV SP, Oliver Stuenkel, ao apostar no esporte, o Catar traça uma estratégia de longo prazo e se estabelece como uma potência diplomática. Uma das apostas é no soft power, com pesado investimento em visibilidade via esporte. “A Copa não será o último evento que o Catar pretende organizar. O País pode tentar ser sede dos Jogos Olímpicos no futuro, Isso faz parte de estratégia de longo prazo”, analisa. Stuenkel. Em entrevista à Rádio Eldorado, o especialista entende que o mundial de futebol pode também ajudar o país a se abrir. “Para o Catar, impacto da Copa será maior do que foi para a Rússia ou China. Para muitas pessoas do Catar, será a primeira oportunidade de interação com pessoas de fora. Há chance de a Copa ser utilizada para abrir o país um pouco mais”, defende. See omnystudio.com/listener for privacy information.