
O STF retomou os trabalhos nesta quarta-feira, após ter sido invadido e depredado por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no dia 8 de janeiro. Apesar da pauta morna prevista para o primeiro semestre, a Corte tem pontos de tensão a enfrentar em 2023, como o julgamento de golpistas denunciados pela Procuradoria-Geral da República, além da substituição de dois de seus ministros. Segundo o professor da FGV Direito Rio, Álvaro Palma de Jorge, o recado enviado pelo Congresso é o de que, apesar dos movimentos de autocontenção do STF, o legislativo deve promover debates sobre a atuação do judiciário brasileiro. O especialista cita o discurso do presidente do Senado. Rodrigo Pacheco afirmou que a Casa não pode ser "palco de revanchismo". “Pauta extracampo (a que vem do prédio ao lado, na praça dos Três Poderes) deve influenciar atuação do STF”, explica. See omnystudio.com/listener for privacy information.