
Antes das críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Banco Central sobre a condução da política monetária, a equipe econômica já tinha uma sinalização positiva do presidente da autarquia, Roberto Campos Neto, para um ajuste nas metas de inflação dos próximos anos. A investida de Lula interrompeu as negociações. O presidente do Banco Central e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, trataram reservadamente sobre uma mudança para cima nas metas de 2024 e 2025. Na avaliação do economista e pesquisador do FGV Ibre, Matheus Peçanha, se meta for revista, é preciso que tenha critério técnico para que recado do Banco Central seja de uma instituição ainda crível. As frituras dos últimos dias só fazem "o caminho contrário”, afirma em entrevista à Rádio Eldorado. See omnystudio.com/listener for privacy information.