
Passados 20 dias do impacto da tragédia das chuvas que mataram 65 pessoas no litoral norte de São Paulo, os sobreviventes enfrentam lutos “formais”, com as mortes de parentes e amigos, e “simbólicos”, como a perda de casas e de meios de trabalho. Em entrevista à Rádio Eldorado, Gabriela Casellato, doutora em Psicologia e especialista em intervenções emergenciais e luto, explicou como deve ser a abordagem para trazer acolhimento e estabilidade emocional às vítimas, inclusive às crianças. See omnystudio.com/listener for privacy information.