Você já ouviu falar no paradoxo do navio de Teseu?
Segundo a história, o navio utilizado por Teseu foi preservado durante muitos anos, com suas peças sendo substituídas à medida que se desgastavam. Surge, então, uma pergunta: se todas as peças originais foram substituídas, o navio continua sendo o mesmo navio?
Da mesma forma, quando uma empresa passa por diversas transformações ao longo de sua história, o que garante que ela continue sendo a mesma empresa?
A resposta não está necessariamente na preservação de tudo o que existia no passado, mas na continuidade dos elementos que constituem sua identidade.
No Epifanius desse mês, Julio Cesar Freitas e Matheus Assunção batem um papo sobre como inovar sem perder aquilo que torna uma empresa única.
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